Justiça do Rio nega pedido de suspensão da CPI dos Ônibus

Vereadores querem a revisão da proporcionalidade de parlamentares da situação e da oposição na comissão

Marcelo Gomes, O Estado de S. Paulo

22 de agosto de 2013 | 09h42

RIO - A Justiça do Rio negou, durante o plantão judiciário na noite de quarta-feira, 21, liminar para suspender a sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Ônibus da Câmara de Vereadores do Rio marcada para as 10 horas desta quinta-feira, 22. Manifestantes contra a composição da CPI desocuparam a Casa na quarta, após 12 dias.

O mandado de segurança foi ajuizado pelos vereadores Eliomar Coelho, Renato Cinco, Jefferson Moura e Paulo Pinheiro (PSOL), além de Teresa Bergher (PSDB) e Reimont (PT), todos da oposição ao prefeito Eduardo Paes (PMDB). Eles querem a revisão da proporcionalidade de vereadores da situação e da oposição na CPI.

A Justiça entendeu que não havia justificativa para conceder a liminar durante o plantão, já que a atual composição da CPI - quatro dos cinco membros são da base do governo e não assinaram o requerimento de criação da comissão - já era conhecida há quase dois meses. A ação, agora, será analisada pelo juiz da vara que for sorteada.

Além de Eliomar Coelho, autor do pedido de instalação da CPI, participam da comissão Chiquinho Brazão (PMDB), Professor Uóston (PMDB), Jorginho da SOS (PMDB) e Renato Moura (PTC). Brazão foi escolhido o presidente, e Uóston, relator.

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