Justiça mantém júri popular para Gil Rugai

O Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo negou na terça-feira, 11, o pedido da defesa do ex-seminarista Gil Rugai, de 22 anos, solicitando que o estudante não fosse levado a júri popular. Rugai é acusado de matar o pai, o publicitário Luiz Carlos Rugai, e a mulher dele, Alessandra de Fátima Troitino, em 28 de março de 2004, para encobrir um desfalque que teria dado na empresa da família.Com a decisão, o júri popular será mantido. O processo, agora, passará pela vara de origem para que seja marcada a data do julgamento. Os recursos que ainda podem ser apresentados nos tribunais superiores em Brasília não impedem o agendamento da data.Em 9 de maio, a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça já havia negado um recurso da defesa de Rugai, que pretendia derrubar a decisão que o mandou a júri popular. Após ficar preso por dois anos e 13 dias, Rugai deixou o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, no último dia 19 de abril. Ele estava preso desde 6 de abril de 2004 e obteve o habeas-corpus para aguardar seu julgamento em liberdade.

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