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Justiça nega pedido de liberdade à médica acusada pela morte de Joanna

A ex-chefe de pediatria Sarita Pereira responde por homicídio doloso, falsificação e exercício ilegal da profissão; menina de 5 anos também era vítima de maus tratos praticados pelo pai

O Estado de S. Paulo,

27 Outubro 2010 | 10h29

RIO - O Tribunal de Justiça do Rio negou nesta terça-feira, 26, pela terceira vez o pedido de liberdade de Sarita Fernandes Pereira, ex-chefe de pediatria da Hospital Rio Mar, que é acusada junto com o falso médico Alex Sandro da Cunha Souza, por homicídio doloso pela morte de Joanna Marins, de 5 anos.

 

Sarita recebeu a negativa durante a audiência de instrução e julgamento no processo em que é acusada também por falsificação de documentos, exercício ilegal da profissão e tráfico de entorpecentes. A audiência continuará no dia 16 de novembro, quando serão ouvidas mais duas testemunhas arroladas pelo Ministério Público do Rio e testemunhas defesa.

 

De acordo com o MP, Joanna era vítima de maus tratos praticados pelo pai, o técnico judiciário André Rodrigues Marins, preso na segunda-feira. Levada ao Hospital Rio Mar, nos dias 16 e 17 de julho, a criança recebeu alta duas vezes, após ser atendida por Sarita e Souza, que está foragido.

 

O MP acusa Sarita de se beneficiar financeiramente como chefe de Pediatria ao substituir médicos por estudantes e embolsar a diferença da remuneração. A promotoria aponta ainda que ela falsificava documentos e credenciais para os universitários.

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