Fabio Motta/AE - 13/5/2010
Fabio Motta/AE - 13/5/2010

Justiça nega prisão domiciliar para procuradora aposentada

Defesa havia requerido transferência alegando que acusada se encontra em estado deplorável, em busca de remédios que não podem ser fornecidos pela direção do presídio

Solange Spigliatti, do estadão.com.br

02 de junho de 2010 | 10h32

SÃO PAULO - O pedido de prisão domiciliar para a procuradora aposentada Vera Lúcia de SantAnna Gomes, acusada de torturar uma menina de dois anos, foi negado nesta terça-feira, 1, pelo juiz Mário Henrique Mazza, da 32ª Vara Criminal do Rio.

 

A defesa da procuradora havia requerido a transferência de Vera para a prisão domiciliar alegando que ela se encontra "em estado deplorável, descalça, descabelada, bastante trêmula e recusando qualquer alimentação, em busca de remédios que não podem lhe ser fornecidos pela direção do presídio, sem determinação de médico do Sistema Penal", segundo a Justiça.

 

De acordo com decisão do juiz, a defesa não apresentou qualquer fundamento que justifique a prisão domiciliar. "A acusada não é maior de 70 anos e não há provas de que esteja acometida de doença que não possa ser tratada no Sistema Penitenciário", conclui.

 

Vera Lúcia se entregou à Justiça no último dia 13 de maio e está presa no complexo penitenciário de Bangu.O pedido de habeas corpus foi negado pela 4ª Câmara Criminal do TJ-RJ.

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