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Justiça prorroga prazo para Vale, Samarco e BHP depositarem R$1,2 bi

O depósito é para acautelar futuras medidas reparatórias ao desastre em Mariana

Marcelle Gutierrez, Broadcast

12 Dezembro 2016 | 14h43

SÃO PAULO - A Vale informa que foi proferida nova decisão no âmbito da ação civil pública contra a Samarco, da qual é acionista junto com a BHP Billiton, com a prorrogação por 30 dias do prazo para efetuar o depósito de R$ 1,2 bilhão para acautelar futuras medidas reparatórias ao desastre em Mariana (MG), no ano passado.

A ação tramita na 12ª Vara Federal da Seção Judiciária de Belo Horizonte e a Vale informou o depósito em outro fato relevante, publicado no dia 11 de novembro.

Naquela oportunidade, a Vale havia informado também que a Justiça deu prazo de 90 dias para as empresas comprovarem o estancamento definitivo dos vazamentos de rejeitos de mineração na região de Mariana.

O rompimento da barragem de Fundão, em novembro do ano passado, provocou a morte de 19 pessoas e causou o pior desastre ambiental do país.

Em meados de novembro, a Justiça Federal aceitou denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) contra 22 pessoas e as empresas Samarco, Vale, BHP Billiton e VogBR, no processo sobre o rompimento da barragem de Fundão. Das 22 pessoas denunciadas, 21 são por homicídio com dolo eventual.

"A Vale continuará adotando todas as medidas para assegurar seu direito de defesa dentro dos prazos legais e manterá o apoio à Samarco para que continuem sendo adotadas as medidas de reparação, mantendo o mercado informado caso haja qualquer nova informação relevante relacionada a tal ação", informou a Vale, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM)./COM REUTERS

 

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