Justiça quebra sigilo telefônico de 5 envolvidos no caso Bruno

O TJ não soube informar se o ex-goleiro do Flamengo estaria entre os que tiveram o sigilo quebrado

Fabiana Marchezi e Solange Spigliatti, do estadão.com.br

15 de julho de 2010 | 14h04

SÃO PAULO - A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, do 1º Tribunal do Júri, de Contagem, em Minas, autorizou nesta quinta-feira, 15, a quebra dos dados telefônicos de cinco envolvidos no caso da morte da ex-namorada do goleiro Bruno, a modelo Eliza Samudio.

 

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Segundo o Tribunal de Justiça, foram quebrados os sigilos das ligações recebidas e feitas por Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, o caseiro do sítio Elenilson Vitor da Silva, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, o amigo de Bruno, Flávio Caetano de Araújo e do adolescente J.

 

No último dia 29 de junho, a juíza já havia autorizado a quebra do sigilo telefônico da vítima Eliza Samudio e de dois investigados sobre o crime. O TJ não soube informar se o ex-goleiro do Flamengo estaria entre os que tiveram o sigilo quebrado.

 

De acordo com o TJ, o pedido para o habeas corpus para o goleiro Bruno, feito hoje pela defesa, deve ser sorteado ainda nesta quinta entre os desembargadores da 2º instância e deve ser julgado em 48 horas.

 

Perícia

 

O Instituto de Criminalística de Minas Gerais descartou nesta quinta-feira, o uso do luminol - substância usada para detectar vestígios de sangue - nos cães que foram recolhidos da casa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.

 

De acordo com Sérgio Ribeiro, diretor do IC, além do luminol ser um produto tóxico que pode colocar em risco a saúde dos cachorros, a ração dos animais têm alto teor de proteína e ferro, o que faz com que os resultados não sejam confiáveis.

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