Kombi roubada contém material infectado

Uma Kombi roubada no domingo, em Porto Alegre,contém em seu interior o poder de infectar com hantavírus quem manusear inadequadamente sua carga. O veículo era usado pelo pesquisador Carlos Graeff Teixeira, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, que havia coletado fezes e urina de camundongos do mato para suas pesquisas sobre a transmissão da doença por roedores silvestres. O contato com os dejetos, que estão misturados com serragem e acondicionados em um saco plástico, pode transmitir o vírus. A manifestação dos sintomas, após o contágio, demora até 45 dias. Há registros recentes de mortes por hantavirose no interior do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Até o início da noite desta terça-feira a polícia não havia localizado a Kombi.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.