Divulgação/Polícia Militar
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Laudo diz que assassino de Glauco sabe o que fez

Junta Médica do Tribunal de Justiça de Goiás considerou Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, o Cadu, imputável

O Estado de S. Paulo

09 Abril 2015 | 20h49

A Junta Médica do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) considerou Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, o Cadu, imputável, ou seja, capaz de responder por seus atos. 

Assassino confesso do cartunista Glauco Vilas Boas, ele responde no Estado pelos crimes de latrocínio (por duas vezes), receptação e porte ilegal de arma. 

A Promotoria ainda apresentou uma carta de Cadu interceptada na prisão. “Eu vou dar munição para o promotor. Que esse papo de loko (sic) é tudo 171 e que eu sou é bandido”, escreve o réu. 


Esquizofrenia. Em 2010, Cadu confessou o assassinato do cartunista e do filho dele, Raoni Vilas Boas, e foi considerado inimputável porque houve diagnóstico de esquizofrenia paranoide. Ele matou os dois a tiros, durante um surto psicótico, após consumir maconha, haxixe e uma mistura de ervas fornecida pela igreja Céu de Maria, fundada pelo cartunista, que seguia a doutrina do Santo Daime e oferecia aos praticantes um chá alucinógeno típico.

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