Líderes do partido sofrem com rebeliões internas

Primeiro foi o PT, que já deu a largada no governo Dilma Rousseff engalfinhando-se em torno da presidência da Câmara. Divergências no PV levaram à desfiliação de Marina Silva. Na semana passada, antes de as rebeliões internas no PR e no PP terminarem, foi a vez do líder Henrique Eduardo Alves (RN) experimentar a revolta da bancada do PMDB. A "faxina" do Planalto nos ministérios criou um ambiente mais propício ao surgimento de "interlocutores paralelos" às lideranças institucionais. Os rebeldes da base querem estabelecer uma linha direta com o governo. No geral, a movimentação deles agrada ao Planalto, mas incomoda os líderes.

Christiane Samarco, O Estado de S.Paulo

30 Agosto 2011 | 00h00

Além da Câmara, senadores independentes do PMDB ameaçam a liderança e o projeto futuro de poder do líder, Renan Calheiros (AL), que quer comandar a Casa em 2013. Nesse cenário, o novo interlocutor do Planalto que emergiu é o senador Eduardo Braga (PMDB-AM).

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