Ligação com Imigrantes: 3 anos

A construção da ponte estaiada sobre o Rio Pinheiros faz parte da Operação Urbana Água Espraiada, um modelo de captação de certificados (os Cepacs - Certificados de Potencial Adicional de Construção) junto à iniciativa privada, que compra esses títulos de olho no potencial de crescimento da região. A operação prevê, na outra extremidade em relação à ponte, a extensão da Avenida Roberto Marinho até a Rodovia dos Imigrantes. Com a ligação para o litoral, o fluxo da Avenida Bandeirantes será dividido. O problema é que a ponte permitirá já em 2008 o acesso à Roberto Marinho, mas os veículos não poderão seguir até a Imigrantes porque o trecho final, de 4,5 quilômetros, ainda não foi aberto. A tendência é que os caminhões retornem à Bandeirantes pela Avenida Washington Luís ou, daqui a menos de um ano, pela Pedro Bueno, ora em ampliação. A previsão é que a extensão até a Imigrantes leve pelo menos mais três anos, já que envolve, além da captação dos recursos e execução da obra viária, a desapropriação de terrenos ocupados por 15 mil famílias.

O Estadao de S.Paulo

07 de agosto de 2019 | 00h00

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