Lixeiros entram em greve em SP por tempo indeterminado

Os lixeiros da capital paulista entraram em greve nesta sexta-feira, 13, por tempo indeterminado. Apenas os serviços considerados essenciais são realizados desde o início da manhã. De acordo com o tesoureiro do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação e Limpeza Urbana de São Paulo (Siemaco), André dos Santos Filho, a categoria exige reposição salarial de 3,12% referente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). "A categoria quer este reajuste em cima do salário e dos benefícios", informou. "A greve é a nossa única saída. O Sindicato Patronal não aceitou a nossa proposta mas, quero deixar claro, que estamos abertos a negociação", explicou o tesoureiro do sindicato. A entidade reúne 14 mil trabalhadores, mas segundo estimativa da Siemaco, cerca de 10 mil trabalhadores estarão parados. Os servidores estavam em estado de greve desde o final do mês de março. De acordo com o Departamento de Limpeza Urbana da Prefeitura de São Paulo (Limpurb), a cidade gera diariamente mais de 15 mil toneladas de lixo que, aproximadamente, nove mil toneladas são produzidas em domicílios.

Agencia Estado,

13 Abril 2007 | 13h35

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