Lula destaca ascensão social e Alckmin fala sobre saúde

No horário eleitoral gratuito desta segunda-feira na televisão o presidente e candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, falou sobre as realizações na economia e sobre a redução das desigualdades sociais, enquanto o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, falou sobre a área da saúde.Lula mostrou seus projetos para combater a pobreza, reduzir a desigualdade social e estimular a ascensão social, através da ampliação da classe média. Segundo Lula, ele aumentou a renda e o poder aquisitivo das famílias e assim estimulou o consumo. "Hoje o brasileiro está comprando mais e vivendo melhor. O que antes era luxo para todos, hoje é acessível para muitos", disse, e citou computador, viagens de turismo, eletroeletrônicos, carro novo e casa própria como exemplos da melhora de vida da população.O petista destacou as realizações na economia, e prometeu reduzir impostos, aumentar o crédito e a redução dos juros, estimular as micro e pequenas empresas e o setor da construção civil. Segundo Lula, em seu governo "a Caixa Econômica Federal bateu recordes dos últimos 10 anos no financiamento da casa própria", disse, ressaltando a nova linha de crédito para a habitação com taxa fixa, que dispensa a Taxa Referencial (TR). Foi utilizado depoimento do economista Roberto Mangabeira Unger, que pediu votos para Lula.Com o slogan "agora Geraldo vai levar para o Brasil", Alckmin mostrou os projetos para a saúde que elaborou durante o governo de São Paulo e prometeu ampliá-los, caso seja eleito. Ele citou os mutirões da saúde, as fábricas de vacinas, o programa Dose Certa e o estímulo aos genéricos, além do Bom Prato. Aproveitando sua formação em medicina, Alckmin afirmou que irá fazer centros de médicos especialistas e aproveitar melhor os hospitais que já existem.O tucano continuou cobrando explicações sobre a origem do dinheiro apreendido pela Polícia Federal que seria utilizado para a compra do chamado dossiê Vedoin. Ele citou o noticiário recente, falou sobre a atribuição da responsabilidade da compra do dossiê a Jorge Lorenzetti, e destacou o suposto envolvimento do chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, e do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, no episódio. Alckmin ainda utilizou depoimentos dos governadores eleitos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG), e do senador eleito Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).

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