Lula e Cabral pedem para que população deixe áreas de risco

'Por favor, saiam. É preciso que as pessoas estejam vivas para enfrentar o problema', disse o presidente

Luciana Nunes Leal e Solange Spigliatti - estadão.com.br

06 de abril de 2010 | 12h27

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo para que pessoas que moram em áreas de risco no Estado do Rio deixem suas casas o mais rapidamente possível e esperem a chuva passar para terem noção dos danos provocados.

 

Veja também:

link Em 12 horas, chuva ultrapassa o dobro esperado para o mês inteiro

linkNúmero de mortos passa de 90; cidade entra em alerta

linkLula coloca Marinha e Aeronáutica à disposição para o Rio

link Prefeitura do Rio reconhece falhas na infraestrutura

link Chuva cancela mais da metade dos voos no Santos Dumont

mais imagens Galeria de fotos: Chuvas no Sudeste

 

"Por favor, saiam. É preciso que as pessoas estejam vivas para enfrentar o problema. Contra as intempéries, não há ser humano que possa enfrentar, quando são muito grandes. Eu soube que esta é a pior enchente do Rio de Janeiro, pior que a de 1966, a de 1988 e a de 1996. Vamos esperar a chuva passar para ver quais são as necessidades mais imediatas", afirmou o presidente, que está desde a noite de ontem no Rio.

 

Em entrevista por telefone à TV Globo, Sérgio Cabral, governador do Estado do Rio, pediu para que os moradores de casas vizinhas a uma encosta que desabou deixassem imediatamente o local.

 

"(É) Quase que um suicídio, comportamento irresponsável", disse Cabral à emissora, ao ver moradores acenando da laje de imóveis perto do desmoronamento da encosta. Ele aconselhou de forma enfática que os moradores da região procurassem abrigo na Vila Olímpica ou na quadra da escola de samba da comunidade.

 

Leia ainda:

link Jogadoras do Unilever dormem no Maracanãzinho devido à chuva

link Em meio ao caos, cariocas recorrem ao Twitter para obter informações

Tudo o que sabemos sobre:
Chuvas no RioRioLulaSérgio Cabral

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.