Madrugada termina com dois policiais mortos no Rio

O delegado Carlos Augusto Tomás, de 37 anos, foi morto a tiros esta madrugada no Rio de Janeiro. O corpo foi localizado na esquina entre as ruas João Antônio Mendonça e Roldão Gonçalves, em Nilópolis (Baixada Fluminense). Ele deixou seu restaurante - comprado no mês passado - por volta das 2h30, acompanhando do cozinheiro. A dois quilômetros do local, o automóvel Golf do delegado foi fechado por quatro homens armados, que retiraram o cozinheiro do veículo e dispararam diversas vezes contra Tomás. O cozinheiro conseguiu fugir. Segundo o delegado responsável pelo caso, Átila Lafere, tudo indica que o crime foi motivado por vingança. Os bandidos encapuzados não levaram o carro nem os pertences do delegado. Policial há 15 anos, Tomás era lotado na 112ª Delegacia Policial (Carmo), no Norte Fluminense. Em Senador Camará, na zona norte do Rio, o soldado Crecílio Vítor Manoel Júnior, de 27 anos, do Grupamento Especial Tático Móvel (Getam), também foi morto durante a madrugada com um tiro de fuzil na cabeça, durante operação realizada na Favela do Sapo. O policial ainda chegou a ser socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu. Ninguém foi preso ainda.Ainda no fim da madrugada, em Niterói, no Grande Rio, o sargento Roberto de Oliveira da Silva, do 13º Batalhão da PM (Praça Tiradentes), foi baleado. Ele dirigia seu carro quando foi ferido por um homem não identificado. O policial foi levado para o Hospital Azevedo Lima, onde está em observação.

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