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Mãe de crianças agredidas participa da reconstituição do crime

Durou cerca de cinco horas, com a presença de Sara Maria Rosolen Alvarenga e as testemunhas de acusação, a reconstituição do crime de agressão a um bebê e uma menina ocorrido em 2 de fevereiro, no Jardim Guanabara, em Campinas (SP).Alexandre Alvarenga, acusado de agredir os filhos, não participou pois, conforme seu advogado, Luiz Henrique Cirilo, ele não se lembra dos fatos. Sara refez as cenas apenas até o instante em que Alexandre pegou o bebê de seu colo para depois arremessá-lo no pára-brisa de um carro em movimento.As testemunhas apontaram em detalhes o momento do choque do carro de Alexandre com um outro veículo. Depois de parar o automóvel sobre a calçada, o casal saiu correndo: Alexandre na frente, e Sara com J.A.R.A., de 1 ano, no colo e segurando A.R.A. de 6 anos, por uma das mãos.Segundo a reconstituição, neste momento Alexandre pegou J. e, correndo pelo meio da rua, jogou-o sobre a Blazer. Na seqüência, Alexandre pulou o alambrado de um parque, pediu a Sara que lhe desse A. e todos chegaram ao bosque. O pai então pegou A. no colo e bateu a cabeça da criança em uma árvore, enquanto Sara começava a bater a própria cabeça em outra. O casal foi preso em flagrante.J. foi para a UTI e, segundo o avô paterno, que detém a guarda das crianças, passa bem. A reconstituição aconteceu um dia após audiência com oito testemunhas de acusação. Uma nova audiência, desta vez com as testemunhas de defesa, ocorrerá em 30 de abril. O advogado de Sara, Pedro Marcelino, entrou com pedido de habeas-corpus.

Agencia Estado,

27 de março de 2003 | 22h03

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