Mãe de manifestante passa mal diante de presídio no Rio

Manifestantes foram presos no protesto do Dia dos Professores

Adriano Barcelos, O Estado de S. Paulo

18 Outubro 2013 | 18h22

RIO - Ainda na espera pelos manifestantes detidos na terça-feira, 15, e que deverão ser liberados nas próximas horas, familiares e amigos estão reunidos diante do complexo penitenciário de Bangu, na zona oeste do Rio.

Os presos, que estavam na Cadeia Pública juíza Patricia Acioli, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, foram transferidos na madrugada desta sexta-feira, 18.

Aguardando por Denys Menezes, Rita Menezes teve um mal súbito e caiu na calçada, em frente ao presídio. Ela recebeu o auxílio de populares e os primeiros socorros da médica Isabel Lucena, que atua na Caixa de Assistência dos Advogados do Rio de Janeiro. Segundo a médica, a mulher teve um pico de hipertensão. Ela foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Vila Kennedy, que fica nas imediações.

Isabel estava no local a espera do filho Diego Lucena Távora, 25 anos, outro dos manifestantes levados para Bangu. Segundo a médica, moradora do Humaitá, na zona sul do Rio, o filho participou naquela terça-feira, 15, da sua primeira manifestação.

"Disseram que ele provocou até incêndio, entre outras coisas. Só que eu vi ele no IML e ele e as roupas estavam limpas e não tinha nada rasgado. Ele pensou que a polícia iria protegê-lo e acabou preso", disse Isabel.

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