Mãe temia morte de Eloá desde o 2º dia de cativeiro

A mãe de Eloá Pimentel, Ana Cristina, disse ontem que tem vivido dopada, sem vontade de nada, na casa de amigos da igreja, chorando pela filha e o marido, foragido da polícia. Orientada pelo advogado, não falou sobre ele, mas contou que no segundo dia do seqüestro de Eloá já temia sua morte. Por telefone, Lindemberg disse que se ela não fosse dele, não seria de ninguém. As duas falavam pouco do namoro. A mãe preferia não interferir. E, por enquanto, ela não pensa em indenização.

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