Mais 23 vítimas de acidente da Gol são identificadas

O Instituto Médico-Legal (IML) de Brasília divulgou na tarde desta terça-feira, 10, um novo boletim com os nomes de 23 vítimas do acidente com o Boeing da Gol, no qual morreram 154 pessoas. Dos 142 corpos de vítimas encaminhados ao IML até esta terça, 113 foram identificados. Desse total, 75 foram retirados do IML pelos familiares.Os corpos identificados por impressões digitais são de:Maria Valéria Pires da Cruz, de 45 anos, do Rio de Janeiro; Otto Bernard de Witt de Azevedo, de 33, do Rio de Janeiro; Ana Cláudia Teixeira de Brito, de 31, de Pernambuco; Divino Martins da Silva, de 45, do Distrito Federal; Regina Lygia Storino Gomes, de 79, do Amazonas; Glécio Rodrigues Morais, de 24, de Goiás; Luiz Fabiano Bonaroski, de 33, do Paraná; Patrícia de Souza Moreira, de 27, do Distrito Federal; Juvêncio Gomes da Silva, de 45, do Distrito Federal; Francisco Carlos Nart, de 48, de São Paulo; Maria Zilda Maria Moura, de 41, do Amazonas; Inês Rebouças de Lima Marques, de 45, do Distrito Federal; Dornélio Lemos do Prado, de 51, do Distrito Federal; Francisco Alves de Oliveira, de 49, do Distrito Federal; Mário Braule Pinto da Silva, de 48, do Amazonas; Luana Rangel Freixo, de 24, do Rio de Janeiro; Frederick André Anthony Michel, de 36, do Rio de Janeiro; Francisco de Oliveira Cavalcante, de 59, do Rio de Janeiro; Carlos Cruz, de 26, de Goiás; Esdras Loureiro Lucas, de 40, do Distrito Federal; Paulo César Felippe, de 35, de São Paulo; Lázaro Gonçalves Sobrinho, de 59, do Distrito Federal; Júlio César Guidi, de 40, do Espírito Santo Enterro A família, amigos e colegas da psicóloga Samantha Xavier, executiva do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente na Bahia (Cedeca/BA), participaram da cerimônia de cremação realizada na manhã desta terça-feira no Cemitério Jardim da Saudade, no bairro de Brotas, em Salvador. Samantha foi uma das vítimas do desastre aéreo sofrido pelo Boeing da Gol, no qual viajava também a musicoterapeuta e colega, Josenilda Ferreira Casta, ainda não identificada entre os mortos. "A família não quer mais dar entrevistas", explicou Luiz Araújo, que trabalhava com as duas, e esteve presente à cremação. A família de Jô, como era conhecida, lamentou a demora no reconhecimento dos corpos. "O que se espera, apesar da dificuldade nas buscas, é agilidade na identificação dos mortos", comentou o coordenador de Jô, Waldemar OLiveira. Quanto ao acidente ele defende investigação rigorosa "É preciso apurar responsabilidades. Foram cerca de 150 vidas preciosas perdidas", disse. Samantha e Josenilda faziam um trabalho nacional em defesa da criança e do adolescente vítima de abuso. Elas voltavam de Fortaleza, onde participavam do treinamento de novos integrantes do Cedeca. Colaborou Alvaro Figueiredo

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