Mais da metade do tribunal do DF é alvo da Justiça

Dos sete conselheiros que integram o Tribunal de Contas do DF, cinco foram indicações políticas e quatro deles são alvos de ações judiciais. A ex-deputada Anilcéia Machado, nomeada presidente em 2006 por critério partidário, terá de deixar o cargo por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

, O Estado de S.Paulo

21 de abril de 2010 | 00h00

Na época do governador Joaquim Roriz (PSC), Anilcéia era deputada da base e ocupou vaga que pertencia, por critério de rodízio, à cota do Ministério Público e não à Câmara Distrital. A assessoria informou que Anilcéia vai recorrer da decisão do STJ e que preencheu todos os requisitos para a nomeação.

Outro conselheiro, Domingos Lamoglia, foi afastado da corte em dezembro, acusado de envolvimento no chamado "mensalão do DEM", desmantelado pela Operação Caixa de Pandora. Ex-secretário do governador cassado José Roberto Arruda, Lamoglia é apontado como um dos mentores da farsa da compra de panetones, para justificar as doações ilegais. Lamoglia nega as acusações.

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