Mais de 1.000 presos pela Operação Strike já estão soltos

Operação da Polícia Civil prende 2.532 pessoas e parte paga fiança para ser solta

Agencia Estado

18 de junho de 2007 | 11h59

Das 2.532 pessoas detidas na Operação Strike, realizada pela Polícia Civil de São Paulo na quinta-feira, 14, apenas 1.400 continuavam presas na manhã desta sexta-feira, 15, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Parte das liberações ocorreu por meio de pagamento de fiança e assinatura de termo circunstanciado. O arrastão promovido por 18.200 policiais cumpriu 1.223 mandados de busca e apreensão, deteve 2.532 pessoas, sendo que o número de pessoas que continuavam presas foi suficiente para lotar dois presídios. Eram seqüestradores, assaltantes de banco, golpistas, ladrões de carga e até policiais. Os investigadores fecharam ainda o que consideram o último bingo em funcionamento na capital.O delegado-geral, Mário Jordão Toledo Leme, passou a quinta-feira respondendo a perguntas sobre a operação e negando a relação entre ela e as denúncias. "Começamos o planejamento da Operação Strike no dia 25 de abril. Não se pede mais de mil mandados de prisão da noite para o dia", disse. De olho na melhora da imagem da polícia, afirmou que a operação não prejudicou o funcionamento normal dos distritos.(Colaborou Elvis Pereira.)

Tudo o que sabemos sobre:
Polícia CivilOperação Strike

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.