Leonardo Augusto/Estadão
Leonardo Augusto/Estadão

Mais dez lotes da cervejaria Backer estão contaminados, diz Ministério da Agricultura

Já são 41 lotes contaminados com dietilenoglicol, de acordo com a pasta. Secretaria Estadual da Saúde de Minas analisa 28 casos de contaminação.

Da Redação, O Estado de S.Paulo

28 de janeiro de 2020 | 21h28

SÃO PAULO - Análises do Ministério da Agricultura identificaram contaminação por etilenoglicol ou dietilenoglicol em mais dez lotes de cervejas produzidas pela Backer. Com isso, já são 41 lotes contaminados em dez rótulos da Backer. São eles: Belorizontina, Backer Pilsen, Backer Trigo, Brown, Backer D2, Capixaba, Capitão Senra, Corleone, Fargo 46 e Pele Vermelha. 

Em nota, o ministério afirma que segue analisando amostras de cervejas coletadas na própria fábrica e em estabelecimentos comerciais. A pasta afirma que a empresa permanece fechada e os produtos somente serão liberados para comercialização após análise e aprovação do ministério. A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o caso. 

De acordo com a secretaria estadual da saúde de Minas Gerais, até esta terça-feira, 28, foram notificados 28 casos suspeitos de intoxicação por dietilenoglicol. Quatro pessoas morreram, sendo que em um caso foi confirmada a presença da substância no sangue da vítima. As outras três mortes estão sob investigação. Ainda segundo a secretaria, 21 casos são de Belo Horizonte e os demais foram registrados nas cidades de Capelinha, Nova Lima, Pompéu, São João Del Rei, São Lourenço, Ubá e Viçosa. A pasta afirma que, por precaução, nenhuma cerveja produzida pela Cervejaria Backer, independente de marca e lote, seja consumida.

Procurada para comentar a contaminação em novos lotes, a Backer ainda não se posicionou. 

Veja os rótulos da Backer contaminados

  • Belorizontina
  • Backer Pilsen
  • Backer Trigo
  • Brown
  • Backer D2
  • Capixaba
  • Capitão Senra
  • Corleone 
  • Fargo 46 
  • Pele Vermelha 

 

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