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Mais uma universitária é presa acusada de matar a mãe

A polícia baiana está investigando no município de Itapetinga, sudoeste do Estado o assassinato da empresária Jussara Guimarães, morta com um tiro na cabeça por um homem mascarado no inicio de julho, teria sido tramado pela filha, a estudante de zootecnia Fabiany Guimarães Silva de 21 anos e o namorado o tatuador Joésio Ferreira Alves, de 26. Os dois suspeitos tiveram a prisão preventiva decretada a pedido do delegado Humberto Matos, foram detidos na cidade mineira deContagem e transferidos ontem para o complexo policial deItapetinga.Os policiais encontraram um bilhete anônimo que incrimina umvizinho de Jussara, conhecido como "Val Preto", que era inimigo da empresária, como o responsável pelo assassinato. No entanto, a letra é semelhante à de Fabiany e a polícia desconfia que a universitária forjou o bilhete, tentando escapar do rol de suspeitos junto com o namorado. O delegado Matos encomendou uma perícia grafotécnica paracomprovar se a pessoa que escreveu o bilhete foi mesmo Fabiany. Ela nega a participação no crime e tem o apoio do pai Augêncio Silva que, no entanto, aposta na culpa de Joésio. Augêncio, Fabiany e uma irmã dela estavam com Jussara no momento do crime. A família chegava em casa de carro à noite quando de repente apareceu o desconhecido e disparou um tiro na cabeça da empresária, desaparecendo na escuridão.Os policiais descobriram que Joésio, passava dificuldadesfinanceiras e teria se apoderado das economias de Fabiany. Quando o tatuador decidiu se mudar de Itapetinga para Contagem, alegando estar sendo "ameaçado de morte", o delegado Matos decidiu pedir a prisão preventiva do casal. A suspeita é que matando a empresária, os dois pretendiam se apossar de parte da herança de Jussara que caberia a Fabiany.

Agencia Estado,

12 de novembro de 2002 | 16h09

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