Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

Malária provoca estado de calamidade pública em Anajás (PA)

Edson da Silva Barros (PTB), prefeito da cidade de Anajás, cidade localizada ao norte do Estado do Pará, com 18 mil habitantes, decretou estado de calamidade pública por causa da proliferação da malária - doença infecciosa potencialmente grave, que pode até matar, causada por protozoários transmitidos de uma pessoa para outra pela picada de mosquitos do gênero Anopheles. Em 2003, foram registrados 21.500 casos da doença em Anajás. Em 2004, outros 2.800. Em 2005, o número voltou a subir, com o registro de cerca de 11 mil casos, mais de 60% da população atingida. Neste ano, em apenas 3 meses, já foram confirmados 3.500 casos. Apesar dos números, o secretário estadual de Saúde do Pará, Fernando Dourado, não vê motivo para alarde. "Consideramos a situação sob controle. Não vejo motivo para se decretar estado de calamidade em Anajás. O Estado do Pará há 12 anos registrava 300 mil casos de malária, hoje são apenas 127 mil em 2005 em todo o Estado". O Estado do Pará possui 143 municípios. Na Região Amazônica Legal, que compreende os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, os números da malária diminuíram entre 1999 e 2002, passando de 635.646 casos para 348.259. Mas de 2003 para cá o total de registros vem subindo de ano para ano. Em 2003 foram registrados 407.995 casos e em 2004, outros 459.013.

Agencia Estado,

06 de abril de 2006 | 02h37

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.