Mangueira emociona no desfile das campeãs

A Estação Primeira de Mangueira, quarta escola a passar no Desfile das Campeãs, foi a que trouxe mais gente para a passarela. Seu enredo sobre a língua portuguesa começava em Roma para terminar na Estação da Luz, no Museu da Língua Portuguesa, criado em São Paulo, onde desfilavam os baluartes da escola. O compositor Nelson Sargento, no entanto, não desfilou; preferiu ficar no camarote da Brahma, com a esposa Evonete, porque a fantasia dela não foi entregue a tempo. Beth Carvalho também ficou no camarote da Brahma; já a cantora Alcione ajudou a cantar o samba da escola, junto com Emílio Santiago. A Mangueira foi recebida quase tão calorosamente quanto a Viradouro, mas sem gritos de "é campeã". Preta Gil, madrinha da bateria, disse que quer sair no ano que vem novamente. "Se a diretoria da escola quiser, se o Ivo Meirelles (diretor de bateria) me convidar, e se eu agüentar", disse Preta. O pai dela, o ministro da Cultura Gilberto Gil, não estava no sambódromo, pois viajou para a Espanha. O ex-jogador de futebol Júnior, notório mangueirense, também participou do desfile. Outros membros da escola salpicavam as frisas e os camarotes, entre eles a atriz Bete Mendes e a apresentadora Leda Nagle. "O que me emociona na Mangueira é a garra de toda a escola", disse Leda. Vários componentes da escola, entre eles Preta Gil e Ivo Meirelles, foram cumprimentar Beth Carvalho no camarote da Brahma. Ela teve um desentendimento com a diretoria da escola e foi expulsa do carro dos baluartes no desfile de domingo. O carnavalesco Max Lopes não quis mais falar do incidente. "A Mangueira é maior que tudo isso. Nosso desfile está uma maravilha", afirmou.

Agencia Estado,

25 Fevereiro 2007 | 01h36

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