Manhã tranqüila nos aeroportos de SP, RJ e BH

A Infraero informa que, na manhã deste sábado, 4, a situação no Aeroporto Internacional de Congonhas, em São Paulo, e no de Cumbica, em Guarulhos, é tranqüila. O movimento também seguia tranqüilo no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio, como já havia ocorrido na sexta-feira. A Infraero informa que partidas e chegadas ocorrem sem atrasos. O Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, também teve uma manhã de calma, que em nada lembrou o caos da quarta e da quinta-feira. Nesta manhã não foram registrados atrasos ou cancelamentos de vôos. Uma situação mais tranqüila, até, do que na sexta-feira, quando houve 12 cancelamentos e cinco atrasos. No Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, a situação também foi de normalidade. Ainda há dúvidas, porém, sobre como estará a situação no domingo, nos principais aeroportos, na volta do feriado prolongado de Finados. Na quinta-feira, houve quebra-quebra e muita discussão no Tom Jobim, entre passageiros - que, em alguns casos, tiveram vôos atrasados em mais de doze horas - e funcionários de empresas aéreas, que tentavam conter os ânimos. Em Confins, o pior dia da crise também ocorreu na quinta-feira, com atraso médio de cinco horas e passageiros esperando, em alguns casos, até 20 horas por um embarque.Mas situação caótica não deve se repetir, diz o presidente da Associação de Controladores de Vôos de Guarulhos, Sérgio Silva, atribuindo a normalização à convocação de emergência de vários controladores de vôo para atender à demanda. "Os problemas são reflexo da falta de pessoal e, com a ação de convocação, tendem a diminuir os tumultos", afirmou.Os problemas nos principais aeroportos do País começaram na sexta-feira, 27 de outubro, quando os controladores de vôo do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta 1), de Brasília, resolveram adotar uma operação-padrão com o objetivo de chamar a atenção para as condições de trabalho. A categoria decidiu reduzir o número de aeronaves vigiadas por controlador, o que gera atrasos nas decolagens e pousos e até cancelamentos de vôos.

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