Manifestantes criticam qualidade de corredor expresso de ônibus no Rio

Atrasos, superlotação e falta de manutenção dos BRTs foram os principais motivos do protesto

O Estado de S. Paulo

27 de fevereiro de 2014 | 16h46

RIO - Inaugurado em junho de 2012 pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB), o BRT Transoeste, corredor expresso de ônibus na zona oeste do Rio, foi alvo de uma manifestação nesta quinta-feira, 27, que durou quase cinco horas e reuniu cerca de 300 pessoas insatisfeitas com o serviço.

Atrasos, superlotação e falta de manutenção foram os principais motivos citados pelos manifestantes, que interditaram a Avenida das Américas nos dois sentidos.

Policiais militares lançaram bombas de gás lacrimogêneo contra o grupo. Nove estações ficaram fechadas. Por volta do meio-dia, as pistas foram liberadas.

Cerca de 135 mil pessoas usam o Transoeste por dia. O BRT foi apresentado pela prefeitura como principal solução para problemas de mobilidade na cidade e será estendido até as Olimpíadas e 2016.

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