EFE/STR
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Mansão em Ciudad del Este pode ter sido usada como base de assaltantes

Polícia agora tenta identificar suspeitos pelo crime contra a empresa de valores Prosegur; onze já foram presos

Denise Paro, Especial para O Estado

25 Abril 2017 | 19h57

FOZ DO IGUAÇU - Agentes da Polícia Nacional do Paraguai identificaram em Ciudad del Este uma mansão que provavelmente teria sido usada pela quadrilha responsável pelo assalto à empresa de valores Prosegur na madrugada de segunda-feira. 24. 

A suspeita é de que bando tenha usado a casa como uma base antes do assalto. A Prosegur informou nesta terça-feira que os ladrões levaram US$ 8 milhões. Onze pessoas foram presas até a tarde desta terça durante a operação desencadeada em conjunto pelas Polícias Federal, Rodoviária Federal, Militar e Civil em toda região oeste do Paraná. 

Barreiras e blitze estão sendo feitas em rodovias para prender o restante da quadrilha. Helicópteros auxiliam nas buscas. Quatro peritos da Polícia Federal e um papiloscopista trabalham em conjunto com a polícia paraguaia em busca de vestígios biológicos e digitais.

"Pode acontecer de o criminoso ser abordado sem materialidade, mas se o DNA bater, ele pode estar vinculado ao local do crime", explicou o delegado-chefe da PF, Fabiano Bordignon. Os policiais já colheram DNA de cinco presos.

Segundo Bordignon, o crime exigiu planejamento e não foi feito por amadores. Um gabinete de gestão de crise foi montado na Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu para centralizar as investigações que também tem apoio das Polícias Rodoviária Federal, Civil e Militar.

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