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Marinha e bombeiros intensificam buscas no litoral

A Marinha do Brasil, com o apoio do Corpo de Bombeiros, intensificou hoje as buscas aos corpos dos comerciantes Itagiba Tadeu Pereira e Valmir Alves, de Francisco Morato, e do marinheiro João Cláudio da Silva, de Itanhaém, três dos sete ocupantes da lancha Mururoa, que afundou quarta-feira na região de Queimada Grande e Queimada Pequena, no litoral sul. Os corpos de Rogerson Kalar Ferigato, Tadeu Benedito Pinheiro, José Martins e do comandante da embarcação, Geraldo Bezerra, foram localizados na manhã de ontem perto da Ilha Montão de Trigo, em Ilhabela, a aproximadamente 100 quilômetros do local do acidente. Identificados por parentes no Instituto Médico Legal de São Sebastião, os corpos dos comerciantes foram removidos na madrugada para a capital. Geraldo Bezerra foi enterrado na manhã de ontem mesmo, no Cemitério Municipal de Itanhaém.Duas frentes de trabalho foram organizadas para atuar no litoral sul e também no litoral norte, onde além de buscar resgatar os corpos dos três ocupantes da Mururoa, os bombeiros tentam localizar quatro pessoas que se encontravam no interior de um barco pesqueiro, procedente do Rio de Janeiro, que teria afundado na região de Ilhabela. Segundo informou a Capitania dos Portos de São Sebastião, navegadores do litoral norte chegaram a avistar a embarcação à deriva na manhã de ontem, mas sem nenhum ocupante. De acordo com o 17º Grupamento de Bombeiros, sediado em Guarujá, um navio mercante teria visto o barco pesqueiro afundar no sábado, nas proximidades da Ilha do Boi, em Ilhabela. O Instituto Médico Legal de Santos identificou ontem o corpo do homem que foi resgatado na manhã de sábado perto da plataforma do emissário submarino de esgoto, na Praia do José Menino, em Santos. Trata-se do eletricista Jesus de Lima, de 46 anos. A princípio, pensou-se que se tratava de um dos náufragos de Itanhaém, possibilidade logo descartada, porque o afogado não tinha característica de estar submerso há mais de dois dias, como era o caso dos ocupantes da lancha Mururoa, que até ontem permanecia no fundo do mar. Somente quando a embarcação for retirada é que a perícia poderá esclarecer as causas do acidente. De acordo com os proprietários da Marina Daipré, a lancha estava em boas condições, com todos os equipamentos a bordo funcionando, incluindo o rádio. Além disso, o comandante tinha mais de 25 anos de experiência no mar.

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