Marta chega cedo ao sambódromo paulista

A prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT) chegou ao camarote da Prefeitura no Sambódromo paulista pouco antes das 23 horas, acompanhada do marido Luiz Favre. A prefeita disse que pretendia ficar no sambódromo até pelo menos o desfile da escola de samba Gaviões da Fiel. ?Quando entra a Gaviões todo mundo levanta, dá uma emoção maior, pois mesmo entre os que torcem pela Vai-Vai, hácorintianos. Não importa se a Gaviões tá mais linda ou menos linda.?Ao chegar na parte do camarote que fica mais perto da passarela, Marta reclamou ao presidente da Anhembi, Celso Marcondes, da grade deproteção colocada entre o camarote e a pista. ?Antes as pessoas podiam tocar em quem estava passando?. Ao perceber que repórteres escutavam a conversa, Marta disse que a grade era necessária para que o público não pulasse no meio do desfile. (no ano passado não havia esta grade). Marta veio ao sambódromo acompanhada de seus dois enteados franceses, filhos de Favre, para quem, segundo ela, tentava explicar o que erabateria, o que era o carnaval brasileiro. A prefeita estava bastante maquiada e vestia camiseta do camarote, modificada pelo estilistaAlexandre Hercovitch. A camiseta se tornou uma blusa de uma alça só.Ela também comentou que achou ?bacana?, o fato de as escolas terem aceitado o tema de 450 anos para todas. ?Cada uma abordou de um jeito e agora vamos ter a história de São Paulo na avenida?. O presidente da Anhembi, Celso Marcondes, que também é presidente do Comitê dos 450 anos de São Paulo, disse que o caranval fez com que aumentasse de 3% para 13%, de 2001 a 2003, o número de turistas que visitam o Anhembi. ?Com o fim da rivalidade com o Rio, o carnaval de São Paulo tem crescido muito a cada ano?.

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