Marta deve levar reclamações de empresários ao Conac

Ministra deve representar setor do turismo, que estima perda de 25% nos últimos meses apenas no Nordeste

Isabel Sobral, do Estadão,

30 Julho 2007 | 14h28

A ministra do Turismo, Marta Suplicy, que participa da reunião do Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac), na tarde desta segunda-feira, 30, deve levar ao conselho a reclamação dos empresários do setor do turismo em relação às perdas de receita e faturamento, em razão da crise aérea e também sobre a falta de respeito aos passageiros, nos aeroportos.   Reunião do Conac é adiada para o fim da tarde desta segunda Jobim tem primeira reunião com Conac nesta segunda Crise atinge Aeroporto de Cumbica Cumbica fez vizinhança adensar Jobim vai criar gabinete de crise   A reunião do Conac, que havia sido marcada para às 12 horas, foi transferida para às 17 horas por conta do atraso na reunião da Coordenação Polícia, no Palácio do Planalto, que terminou por volta das 13 horas.   O ministro da Defesa, Nelson Jobim, participou da reunião da Coordenação Política e terá sua primeira reunião com o Conac nesta segunda. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Miguel Jorge; e o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, também vão participar da reunião, que terá a presença do presidente da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) brigadeiro José Carlos Pereira.   Segundo a Marta, o segmento mais afetado pela crise é o de hotéis, principalmente no Nordeste, que informaram ter perdido no último mês 25%. Mas a ministra não soube precisar se essa perda é relativa à receita, movimento ou faturamento bruto. "O setor foi duramente afetado e temos que levar em conta que ele emprega 2 milhões de pessoas formalmente outros 6 milhões informalmente", disse.   Segundo a ministra, na última sexta-feira, 27, 22 entidades ligadas ao turismo se reuniram com ela para repassar os prejuízos do setor, após o agravamento da crise aérea. Marta Suplicy destacou que houve uma ênfase dessas entidades com relação ao respeito aos horários nos aeroportos.   O setor prefere que haja menos passagens, se esse for o resultado da reestruturação da malha aérea, mas acredita que é melhor o passageiro ter a certeza de que embarcará no horário acertado em outro dia", disse a ministra.

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