Marta diz que ?taxa da coxinha? é intriga de adversário tucano

A prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, justificou que houve um mal-entendido em torno do projeto que estabelecia multas administrativas para funcionamento irregular de atividades diversas em residências, a chamada "taxa da coxinha". ?É intriga total dos meus eventuais adversários?, disse a prefeita, admitindo ser candidata à reeleição em 2004. Para ela, a campanha já começou na ?cabeça? dos seus adversários. "Na minha (cabeça), não. Porque eu tenho mais é que governar", afirmou.Ao comentar ofício que enviou hoje à Câmara Municipal para retirar a chamada "taxa da coxinha", Marta disse que o projeto foi enviado ao Legislativo em 2002 e a confusão "foi levantada quando o PSDB procurava projetos que eles pretendem aprovar no final do ano". A partir daí, explicou ela, os vereadores pessedebistas "jogaram isso (projeto) com o coisa que ia ser votada, mas não ia". Marta reiterou que o projeto de lei foi retirado da Câmara Municipal para não ter nenhuma possibilidade de confusão. "Mandei retirar porque aí fica clara a nossa posição." A prefeita insinuou que o Ministério Público tem trabalhado a serviço de seus adversários quando toma algumas medidas. Citou como exemplo o embargo da construção do auditório da TIM, no Ibirapuera, da construção do corredor de ônibus na Avenida Rebouças e o "embargo sem motivo" do Telecentro do Arouche. "Se usa (MP) de todas as possibilidades para tentar atrapalhar o governo para execução de qualquer coisa", criticou. Marta participou no início da tarde desta segunda-feira do fórum de debates político e empresarial promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB), no Clube Atlético Monte Líbano.

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