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Marta tenta impedir greve nos transportes

A prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT), e o secretário municipal de Transportes, Carlos Zaratini, estão reunidos, nesta manhã, no Palácio das Indústrias, com sindicalistas para tentar resolver o impasse na negociação entre o Transurb (sindicato patronal) e o Sindicato dos Condutores de São Paulo. O presidente do Sindicato dos Condutores, Edivaldo Santiago da Silva, e mais cinco sindicalistas participam da reunião. O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, que era esperado para o encontro, não pôde comparecer por problemas de agenda, segundo Santiago."A única pessoa que pode impedir a greve é a prefeita porque ela é a autoridade máxima do município", afirmou Santiago. A data-base dos condutores é em 1º de maio, desde então a categoria está em negociação e cinco reuniões já foram realizadas mas sem consenso. Entre as exigências dos condutores estão: 9,26% de reajuste salarial e mais 5% de aumento real; convênio médico gratuito; participação nos lucros e resultados (PLR); e melhorias no sistema de transporte público.De acordo com afirmações anteriores do secretário Zaratini, não será possível conceder reajuste de salário nem subsidiar a diferença salarial. Zaratini avalia que os empresários do setor apostam que a prefeitura acabará cedendo à pressão dos sindicalistas e concederá subsídio. Santiago voltou a afirmar que, caso não haja acordo, a categoria deve entrar em greve a partir de amanhã. Ele disse ainda que deve haver uma assembléia para definir essa questão hoje às 19 horas, no Sindicato dos Condutores. De acordo com o Transurb, os pisos salariais hoje são os seguintes: R$ 968,00 para motoristas e R$ 546,00 para cobradores.

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