Mesmo com lobby, ''genro'' ficou sem emprego na Polícia Civil

A intervenção do secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, em favor do namorado de sua filha não teve efeitos práticos. Rafael Figueiredo, candidato no concurso público para escrivão da Polícia Civil de São Paulo, foi reprovado na segunda fase e não apresentou recurso.

Bruno Tavares, O Estado de S.Paulo

07 de maio de 2010 | 00h00

Ontem o Estado revelou gravação da Polícia Federal mostrando irritação de Tuma Júnior ao saber que o namorado da filha não havia sido aprovado no concurso, apesar de seu pedido para aprovação ter sido feito antes da realização das provas.

A primeira fase do concurso ocorreu em 15 de fevereiro de 2009. Figueiredo obteve 63 pontos em 100 possíveis, sendo aprovado para a segunda etapa. A prova dissertativa foi aplicada em 5 de abril. Nessa etapa ele foi reprovado.

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