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Metrô economiza energia, mas deixa de arrecadar

Durante os dois dias de greve dos metroviários, a Companhia do Metropolitano economizou 1,5 milhão de quilowatts-hora em energia elétrica, o equivalente ao consumo mensal de 7,5 mil residências cujo gasto obedeça ao teto determinado pelo governo federal, de 200 kWh ao mês. Em compensação, a empresa deixou de arrecadar R$ 4 milhões com a paralisação.No primeiro dia de greve, nesta segunda-feira, houve uma redução de 2,2% no consumo geral de energia da cidade, ante segunda-feira da semana passada, segundo a Eletropaulo. Isso seria conseqüência direta da paralisação, conforme a empresa. Outro dado que indica essa contribuição foi o fato de a economia ter sido mais sentida no horário comercial, entre 8 e 18 horas.A Eletropaulo registrou nesta terça-feira a redução de 28,8% no consumo em São Paulo comparado ao período anterior ao racionamento. Na segunda-feira da semana passada, o índice ficara em 23,4%. Os dados integrais desta terça não estavam disponíveis. Às 7 horas, a economia era de 26,9%.O Metrô utiliza por dia 1 milhão de kWh, o equivalente ao consumo de 5 mil residências por mês. Desse total, 75%, que é o gasto na tração dos trens, pôde ser poupado com a greve. Os 25% restantes são usados na iluminação, em escadas rolantes e em outros equipamentos.A empresa transporta 2,5 milhões de passageiros por dia. A arrecadação média em dias úteis é de R$ 2 milhões.

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