Metroviários discutem investigações com Promotoria de SP

As preocupações dos metroviários referentes às investigações das obras da Linha 4 - Amarela serão discutidas na tarde desta quarta-feira, 31, em reunião entre o Sindicato dos Metroviários de São Paulo com o Promotor de Justiça de Habitação e Urbanismo da capital, Carlos Alberto Amim. Segundo o sindicato, também serão levadas as denúncias anteriormente formuladas na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e Ministério Público, além da reivindicação da paralisação das obras até que seja garantida a segurança da população e trabalhadores da obra.O sindicato também divulgou um calendário de atividades "com o objetivo de estimular a população a lutar pelos seus direitos, e para que a Alesp instaure uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as causas dos acidentes da Linha 4 - Amarela, na futura estação Pinheiros, no dia 12 de janeiro, que causou a morte de sete pessoas." O Sindicato sempre foi contra a linha 4 do Metrô, por ele ter sido concedido a iniciativa privada, por isso nos meios do Ministério Público, sempre há uma suspeita sobre o seu comportamento hoje".Na quinta-feira, 1º de fevereiro, os metroviários promovem audiência pública com a presença do Consórcio Via Amarela, na Alesp. Na próxima terça, 6, realizam audiência pública com a presença do Sindicato dos Metroviários e outras entidades, na Alesp. Dia 7, ocorre reunião de todas as entidades no Sindicato dos Metroviários para organizar os atos ecumênico e político em 12 de fevereiro. Para quarta-feira, 8, a categoria irá visitar aos gabinetes dos deputados para entrega de um documento elaborado por todas as entidades com o objetivo de reforçar o pedido de instauração de CPI. Neste mesmo dia também será realizada uma audiência pública com a presença do secretário dos Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, na Alesp. Já no dia 12, quando o acidente completa um mês, os metroviários organizam ato ecumênico seguido de ato político na Praça da Sé.

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