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Metroviários e governo continuam negociação

Uma reunião entre representantes do Sindicato dos Metroviários de SP e o secretário estadual de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes deverá ocorrer na manhã de hoje, na altura do nº 402 da Avenida Paulista. Será discutida a possível paralisação da categoria que já estaria marcada para a próxima semana. Às 18h30, os funcionários do Metrô realizam uma assembléia para decidir se a categoria entra em greve mesmo. A reunião acontecerá na sede do Sindicato, na Rua do Japi, nº 31, esquina com a Avenida Radial Leste, no Tatuapé, zona Leste da capital. Os metroviários pedem reajuste salarial de 9,13%, e 3,79% relativos a aumento de produtividade, além de redução da jornada de trabalho, que é de 40 horas/semana, para 36 horas/semana, adicional de risco de morte para os seguranças, pagamento dos passivos trabalhistas (ações que foram ganhas na Justiça) e reajuste de 25,79% nos tíquetes-refeição, cujo benefício está congelado há quatro anos.Integrantes do Sindicato estiveram reunidos ontem com representantes do Metrô. Segundo o Sindicato, a empresa manteve a proposta de 6,43% de reajuste, a mesma oferecida na semama passada. Em troca do reajuste, o Metrô quer a redução de benefícios já conquistados pelos trabalhadores, como anuênio e adicional noturno, por exemplo.Para os metroviários, a proposta significa reajuste "zero", porque a categoria teria de abrir mão de outros direitos para garantir o reajuste proposto. A redução da jornada de trabalho já havia sido rejeitada pelo Metrô. Desde segunda-feira, os metroviários usam coletes com a seguinte inscrição: "CAMPANHA SALARIAL", para chamar a atenção dos passageiros.

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