Ministro diz que governo democrático não pode admitir tortura

O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, garantiu nesta sexta-feira que a morte do comerciante chinês Chan Kim Chang será apurada com rigor e rapidamente porque, num governo democrático como o do presidente Lula, não será admitida sequer suspeita de que esteja ocorrendo tortura. Bastos disse que já determinou agilidade nas investigações por parte da Polícia Federal. Segundo o ministro, a Corregedoria do Rio de Janeiro, que está trabalhando no caso, tem um grande advogado como titular e fará de tudo para solucionar o "deplorável caso". O ministro participou, em Curitiba, da solenidade de ingresso do Paraná no Sistema Único de Segurança Pública. Chan Kim Chang, de 46 anos, morreu na noite de ontem, no Hospital Salgado Filho, onde estava internado há uma semana. Ele foi preso no dia 25 de agosto, no Aeroporto Internacional do Rio, quando tentava deixar o país com US$ 30 mil não declarados à Receita Federal. Chang foi encontrado inconsciente dentro de uma cela do presídio Ary Franco, no Rio. Suspeita-se que ele tenha sido espancado até entrar em coma. As informações são da Agência Brasil.

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