Mistério na Rua Cuba

Há algo muito estranho em relação à iluminação pública de São Paulo. Moro na Rua Cuba, no Jardim América, e a cada 15 dias há uma pane nas luminárias que deixam a rua na escuridão. Telefonei para a Prefeitura e a regional de Pinheiros informou que tenho de telefonar para o Departamento de Iluminação Pública (Ilume). O conserto geralmente é feito em 2 ou 4 dias. Mas depois de 15 a 20 dias ocorre uma nova pane. Nova reclamação, novo conserto. Há dois ou três anos repito essa via-crúcis do horror. Parece que a firma, terceirizada, vive à custa das panes. Será que isso ocorre só na Rua Cuba? Já tenho "calos" nos ouvidos por esperar de 20 a 30 minutos ao telefone para ser atendida. Já me mandaram fazer a queixa na regional de Pinheiros da Prefeitura, que me remeteu, novamente, ao Ilume. É o círculo do inferno. Será que os burocratas esperam que em algum momento a gente desista do processo? Só me resta denunciar. Alguém chamaria de novo um eletricista cujo serviço durasse somente de15 a 20 dias? MARIZE CARVALHO VILELASão PauloA Secretaria Municipal de Serviços informa que uma equipe de manutenção do Departamento de Iluminação Pública (Ilume) foi à Rua Cuba em 15 de abril, rearmou a proteção e eliminou um mau contato. Esclarece que normalizou a situação da via.A leitora comenta: Daqui a 10 ou 15 dias o fenômeno se repetirá, quase tão certo como as fases da lua. Será que é também um fenômeno natural ou foi um mau serviço ao público. E o pior, ganham por isso!Sucata sem inspeçãoQuando a inspeção veicular vai impedir que veículos, como uma Kombi sem as lanternas e as traseira acesas, sem espelho lateral, sem para-choque e, evidentemente, que não respeita leis e autoridades, ainda trafegue pelas ruas de São Paulo, pondo em risco a vida de todos em plena Radial Leste? Quando irão parar de se preocupar com os carros novos nas inspeções e fazer fiscalizações e vistorias sérias em todos os veículos?JOSÉ RICARDO BASILIO DA CUNHASão PauloMônica Ribeiro, da Assessoria de Comunicação da Secretaria do Verde e Meio Ambiente, informa que a Inspeção Veicular Ambiental feita no âmbito do Município não inclui inspeção de itens de segurança porque o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ainda não regulamentou esse tipo de inspeção. Esclarece que a inspeção realizada em São Paulo mede as emissões de poluentes. Acrescenta que, tão logo o Contran regulamente a inspeção desses itens, será possível fazer também a inspeção de segurança.O leitor comenta: E a quem se deve a responsabilidade por esses veículos nas ruas?Cobrança tardiaSou cliente do Sem Parar/Via Fácil há mais de um ano e nunca tive problemas até o dia 23 de março, ao tentar entrar em contato pelo 0800-015 0252 por causa de uma fatura recebida referente a março. Esse número não aceita ligações de celular ou de fixo. E pelo 4002-1552 a opção que seria de atendimento aos clientes sempre está muda. Minha queixa é sobre as cobranças que recebi referentes aos meses de dezembro e janeiro. A atendente disse que abriria uma ocorrência, mas desligou o telefone. Liguei de novo e falei com o setor de vendas. Transferiram-me para o atendimento ao cliente em que, com muito sacrifício, consegui a transferência da ligação para a supervisora. Perguntei à funcionária se ela conhecia a lei referente ao call center e ela respondeu que não poderia fazer nada. Divergências de acordo com as novas normas: o 0800 não aceita ligações de fixo e celular; não há menu para reclamações; aguardei a transferência da ligação por mais de 5 minutos; a opção 3 do atendimento ao cliente Sem Parar estava indisponível; o operador interrompeu a ligação; e não deixam disponível a gravação do contato feito. Não me recuso a pagar pelo serviço usado, mas questiono por que a cobrança foi feita tempos depois. A supervisora justificou dizendo que as empresas demoram a repassar os custos. A fatura é repassada para minha empresa e agora como justifico e apresento em abril uma cobrança de dezembro de 2008?MÁRCIO RAMALHOSão PauloBartolomeu Corrêa, gerente de Atendimento ao Cliente do Sem Parar/Via Fácil, informa que entrou em contato com o sr. Ramalho para explicar que as cobranças são devidas, pois houve utilização nas praças de pedágio.O leitor comenta: Na resposta não citaram, em nenhum momento, o descumprimento das regras da nova lei dos call centers nem o péssimo atendimento prestado. As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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