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Moroni Torgan desiste de ouvir Marcola na Câmara

O presidente da CPI do Tráfico de Armas, deputado Moroni Torgan, acatou a determinação do presidente da Câmara, Aldo Rebelo, de não fazer o depoimento do líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), Marcos Camacho, o Marcola, nas dependências da Casa. Torgan afirmou que hoje, em reunião, a CPI vai decidir onde e quando esse depoimento será feito. Ele informou que uma das alternativas é que seja na sede da Polícia Federal, em Brasília. Outra possibilidade é que o depoimento seja tomado mesmo em São Paulo.Torgan contou que inicialmente o depoimento de Marcola estava marcado para a próxima semana. Mas com os ataques do PCC em São Paulo, na semana passada, a comissão vai definir uma nova data. O requerimento de convocação de Marcola foi aprovado pela CPI no início de maio. Moroni Torgan disse que é importante ouvir Marcola, porque ele é "o chefe da maior organização de tráfico de armas no País".O deputado disse também que não faz diferença o local onde Marcola será ouvido. Torgan confirmou os depoimentos de logo mais, às 15 horas, na CPI, dos advogados Sérgio Weslei da Cunha e Maria Cristina de Souza Rachado, que segundo ex-funcionário terceirizado do Senado teriam comprado por R$ 200 cópia da gravação de sessão secreta da CPI, com os depoimentos do diretor do Deic, Godofredo Bittencourt Filho e do delegado Rui Ferraz. O depoimento gravado teria sido passado a Marcola dois dias antes dos ataques em São Paulo.Segundo Torgan, se os dois advogados desacatarem a CPI, no depoimento de hoje, eles poderão ser presos. O deputado disse também que os dois advogados podem ser detidos por determinação judicial. Na semana passada a CPI pediu à Justiça a prisão preventiva dos dois advogados.

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