Mortalidade infantil será reduzida à metade até 2060, mas taxa continuará elevada

Desigualdade entre Estados ainda é alta: proporção de bebês mortos no Maranhão é o dobro da existente em Santa Catarina

Luciana Nunes Leal, O Estado de S. Paulo

29 de novembro de 2013 | 10h09

RIO - A enorme desigualdade entre os Estados na taxa de mortalidade faz o Brasil passar de níveis equivalentes ao do Marrocos (26 mortes de bebês de até um ano por mil nascidos vivos, taxa do Maranhão) até Argentina (10,5 por mil, taxa de Santa Catarina). Os dados da Síntese dos Indicadores Sociais, divulgados nesta sexta-feira, 29, usam como base a projeção da população até 2060, feita pelo IBGE em agosto.

Em 2012, a estimativa do IBGE é de taxa de mortalidade de 15,7 por mil nascidos vivos. Em agosto, o IBGE estimou que a taxa será reduzida a pouco menos da metade (7,12 por mil nascidos vivos) em 2060. É um avanço, mas o País continuará longe das taxas de países desenvolvidos como Japão e Suécia, de menos de 3 mortes por mil nascidos vivos.

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