Morte de adolescente segue sem esclarecimento

O rapaz filmado pelo circuito de segurança do prédio onde a adolescente Léia Cristina da Quinta Schenkel, de 16 anos, foi encontrada morta no domingo, com sinais de estrangulamento, se apresentou espontaneamente ontem à polícia. Ele foi ouvido e dispensado. O jovem contou ao delegado Jorge Álvaro Cruz, do 2º Distrito Policial de São Vicente, que mora com a avó, no mesmo andar da moça, e que, pelo fato de ter perdido as chaves da casa, foi obrigado a esperar a saída de outro morador do prédio para que tivesse acesso ao local. O vizinho da vítima foi a 13ª pessoa ouvida pela polícia, desde que o corpo foi encontrado, na noite de domingo, pela irmã mais velha, com quem Léia morava. A irmã saiu cedo para trabalhar e, quando voltou, à noite, estranhou o fato de a adolescente estar dormindo. Léia apresentava manchas no pescoço e havia uma espuma saindo pela boca. A irmã pediu ajuda e a polícia foi chamada.Na segunda-feira, o delegado Cruz esteve no prédio, onde recolheu a fita do circuito interno de segurança, o computador e o diário pessoal da jovem. Ela trabalhava em um salão de beleza e queria ser modelo.O atual e o ex-namorado da vítima foram ouvidos, além de duas amigas. A irmã e uma tia também prestaram depoimento. Um dos fatos que intriga a polícia é que o apartamento não foi arrombado e a porta estava fechada. Nada foi furtado do local.

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