Morte de juiz não intimida governo de SP, diz Alckmin

O assassinato do juiz corregedor de Presidente Prudente não vai intimidar o governo de São Paulo. Foi assim que o governador Geraldo Alckmin reagiu ao assassinato do juiz Antonio José Machado Dias, do Fórum de Presidente Prudente. O governador lamentou a morte do juiz e afirmou que a investigação será feita para apurar o caso. A afirmação foi sobre uma possível ligação entre o assassinato e a presença do traficante Fernandinho Beira-Mar no presídio de Presidente Bernardes, região de Presidente Prudente. Alckmin disse ainda que Beira-Mar vai continuar no presídio de segurança máxima pelo prazo de 30 dias. O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Saulo de Castro Abreu, também lamentou a morte de Dias e adiantou que o Departamento de Investigações Criminais (Deic) e o Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), desde ontem, já estão trabalhando na investigação do caso.Segundo o secretário, a investigação vai apurar se o crime tem uma possível ligação com a presença do traficante no presídio de Presidente Bernardes ou se foi por outros motivos.Na opinião de Castro, o crime pode ter sido cometido por um grupo ligado ao crime organizado, uma vez que a ação demonstrou um "certo profissionalismo", e que tudo indica que o crime foi planejado.Delegacia ParticipativaGeraldo Alckmin e Saulo de Castro Abreu participaram hoje de manhã da entrega da primeira Delegacia Participativa do Vale do Paraíba, em São José dos Campos. Os dois também anunciaram, em Caraguatatuba, a liberação de verbas para duplicação do trecho de serra da Rodovia dos Tamoios, que liga São José dos Campos a Caraguatatuba.Veja o especial:

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