Morte de padre foi crime político, diz comissão

DIREITOS HUMANOS

, O Estado de S.Paulo

21 de abril de 2010 | 00h00

A Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos, ligada à Secretaria de Direitos Humanos, reconheceu que o padre João Bosco Penido Burnier, assassinado em 1976 em uma delegacia do Mato Grosso, foi vítima de crime político. O padre jesuíta havia ido à delegacia defender duas mulheres que estavam sendo torturadas.Na época, em plena ditadura militar, a morte do padre foi considerada acidental.

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