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Mortos nos ataques do PCC já são 30; motins continuam em 21 unidades

A série de ataques e rebeliões da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) já deixou 30 mortos e atinge 20 penitenciárias paulistas. O presos das unidades de Ribeirão Preto, Iaras, Avaré, Pirajuí, Araraquara, Flórida Paulista, Lucélia, Lavínia, Mogi das Cruzes, Suzano, Marabá Paulista, Guareí, Campinas, Diadema, Franco da Rocha, Riolândia, Potim, Itirapina, Presidente Prudente, Irapuru e Paraguaçu Paulista estão rebelados. A Polícia Militar invadiu e controlou o motim na Penitenciária I de Avaré, liberando os doze reféns. Detentos de outra unidade prisional da cidade continuam rebelados.Pelo menos 70 pessoas estão sendo mantidas reféns, segundo informações da Secretaria de Administração Penitenciária (SPA). Nas unidade de Iaras, há 12 pessoas sob poder dos presos. Em Ribeirão Preto, há nove reféns; em Pirajuí, 10, em Mogi das Cruzes, 6; em Lucélia, 8; em Lavínia, 1; em Marabá, 13; em Diadema, 9; e, em Franco da Rocha, 2. Em Avaré, nos CDPs de Suzano, Araraquara, Guareí, Campinas e Flórida Paulista ainda não há número certo de reféns. Segundo a SPA, não há feridos nas penitenciárias.Os 55 ataques a delegacias e policiais do Estado de São Paulo organizados pela facção entre a noite de sexta-feira, 12, e a manhã deste sábado, deixou pelo menos 30 mortos, sendo dois civis, segundo balanço parcial divulgado pela Secretaria de Segurança Pública do Estado.Desses ataques, 28 foram feitos contra a Polícia Militar, 20 contra a Polícia Civil, quatro deles contra a Guarda Civil Metropolitana e três ataques contra a Secretaria de Segurança Pública. Das 30 pessoas assassinadas, onze eram policiais militares, cinco da Polícia Civil, três eram da GCM, quatro agentes penitenciários e dois eram civis e cinco eram bandidos. Dezesseis pessoas foram presas.Texto alterado às 14h07 para correção do número de mortos. A informação incorreta havia sido passada pela Secretaria de Segurança Pública

Agencia Estado,

13 de maio de 2006 | 14h00

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