Motos ganham importância na mobilidade urbana
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Motos ganham importância na mobilidade urbana

Painel do Summit Mobilidade 2021 discutiu o papel relevante das motocicletas na mobilidade urbana em tempos de covid-19

Honda Motos, Estadão Blue Studio
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18 de maio de 2021 | 10h18

Os números não mentem: as motos e scooters têm ganhado cada vez mais relevância no cenário da mobilidade urbana no Brasil, como um meio de transporte ágil e econômico. Tanto que, desde 2009, a frota de motocicletas no País quase dobrou: passou de cerca de 15 milhões para 28 milhões em 2019. A importância dos veículos de duas rodas ficou ainda mais evidente nos períodos de isolamento social.

“O papel das motocicletas durante a pandemia” foi o tema de um painel que aconteceu em 18 de maio, durante o Summit Mobilidade Urbana 2021. Com a proposta de discutir como a pandemia impactou a forma como nos locomovemos e vivemos nas cidades, o evento não pode deixar de fora os veículos de duas rodas. Afinal, as motos e scooters fazem parte  dessa transformação.

A começar pelo papel delas nas entregas, mas também como uma opção segura e acessível para aqueles que querem evitar as aglomerações no transporte público, em tempos de covid-19. Mas o aumento do uso de motos e scooters como opção de mobilidade urbana já vinha acontecendo, mesmo antes da pandemia. Estudo divulgado em 2020 pela Abraciclo, associação dos fabricantes do setor de duas rodas, revelou

que a relação entre motocicleta por habitante no Brasil já vinha crescendo. Em 2009, esse índice era de uma moto para cada 13 brasileiros. Em 2019, chegou a uma moto para cada sete brasileiros.

Os especialistas apontam diversos fatores para explicar o aumento de motocicletas nas ruas brasileiras. O trânsito nas cidades grandes e médias e a economia de combustível são apontados como os principais motivos para o crescimento de 92% na quantidade de motos, scooters e ciclomotores entre 2009 e 2019. Além disso, o menor valor de aquisição e o baixo custo de manutenção da motocicleta, quando comparada aos automóveis, também contribuíram para o aumento da frota de duas rodas no período.

Mil utilidades

O aumento expressivo da frota de motocicletas no País também encontra explicação nos diversos usos da motocicleta como ferramenta de trabalho.

Em 2019, quase 20% das motos vendidas no País tinham como principal função o uso profissional – mas esse índice já chegou a 27% em 2014 e 2016. Os entregadores de moto também estão desempenhando papel fundamental durante a pandemia, tanto para que as pessoas fiquem em casa, como para minimizar os prejuízos de bares, restaurantes e outros negócios para que possam vender, ao menos, pela internet.

Embora o delivery também tenha ajudado a impulsionar a venda de motos em tempos de covid-19, elas há muitos anos são utilizadas nas mais variadas tarefas Brasil afora. O painel, além do gerente-geral de Vendas da Honda Motos, Marcos Paulo Monteiro, contou com o jornalista Cicero Lima, que já foi editor da Revista Duas Rodas e atualmente produz a Revista Moto Escola e também o canal Trajetos e Destinos. A mediação foi do jornalista Arthur Caldeira,  especializado em motocicletas e editor do Canal MotoMotor, do Estadão.


 

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