Movimentação bancária

Tenho conta conjunta no Banco Nossa Caixa com minha irmã, que recebe salário nesse banco. Em novembro, pedi ao banco que a conta de poupança fosse ligada à conta corrente, para que se houvesse saque maior que o saldo da conta corrente o valor excedente fosse sacado da poupança. Mas ao retirar um extrato vi que a conta corrente tinha maior saldo que a poupança. Dirigi-me à gerência que então me explicou que, de acordo com a "política da Caixa", no caso em apreço são transferidos R$ 2 mil da poupança para a conta corrente, que nada rende! Ao tomar conhecimento dessa política passei a ter as contas sem nenhuma integração e agora perco os rendimentos a que teria direito. Curioso que a maioria dos bancos nada cobra por integrar as contas de seus clientes!OSWALDO LIMA COPPOLASão PauloA Assessoria de Imprensa do Banco Nossa Caixa informa que a agência Pamplona integrou a conta corrente do sr. Coppola à poupança em 28 de novembro, conforme solicitado por ele. O mecanismo permite que os recursos aplicados em conta poupança sejam utilizados automaticamente para suprir eventuais saldos negativos em conta corrente e possibilita que o cliente realize saques da conta poupança por meio da conta corrente, utilizando-se, por exemplo, de cheques e cartão magnético. A Nossa Caixa esclarece que o serviço que integra a poupança à conta corrente não tem custo ao cliente. O banco informa que, conforme normas internas vigentes, contas correntes integradas à poupança devem ter saldo mínimo de R$ 2 mil. Para garantir a manutenção desse valor, o sistema faz resgates automáticos da poupança sempre que necessário.Métodos da Inspeção Uma vez que o objetivo da inspeção veicular é diminuir a emissão de poluentes, pergunto: por que não iniciar com os carros mais antigos, uma vez que são eles que mais emitem poluentes? E, já que a Prefeitura vai nos devolver a taxa da inspeção, por que ela não faz convênio com as oficinas autorizadas e paga diretamente a elas? Já estou vendo a burocracia e o tempo que levaremos para receber a devolução dessa taxa!IVONETE AYRES STROJNOWSKISão PauloO secretário da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, informa que a meta do programa de inspeção veicular é alcançar em 2010 todos os 6 milhões de veículos registrados em São Paulo. Quanto aos veículos mais antigos, em 2009 a secretaria irá intensificar o sensoriamento remoto (feito com o carro em movimento no trânsito) e intimar o comparecimento para inspeção obrigatória dos mais poluentes. Foram constatados dois problemas graves em 2008: a frota mais antiga apresenta de 20% a 30% de ilegalidade e, portanto, não compareceu à inspeção; e a circulação de cerca de 1 milhão de veículos de outros municípios na cidade. É preciso que os outros municípios comecem imediatamente programa semelhante. Esclarecimento: Sobre a reclamação do sr. Arendt, publicada no dia 30/12 (Sempre a velha burocracia), a Secretaria de Estado da Saúde esclarece que o pedido do leite Neocate para a neta do leitor foi protocolado na farmácia do AME Maria Zélia em 19 de dezembro. Na ocasião, a família da paciente foi informada de que o produto seria liberado na primeira quinzena de janeiro, assim que o processo de compra fosse concluído. O leite especial, que custa cerca de R$ 300 a lata, é adquirido mediante demanda. Não se trata, portanto, de burocracia, como alegou o leitor. O estoque existente na farmácia é destinado aos pacientes já cadastrados. Por se tratar de produto de custo elevado, a Secretaria optou por não fazer estoque excedente para evitar que haja desperdício do dinheiro público caso não haja novas solicitações.O leitor contesta: Quer dizer que a Secretaria da Saúde corrobora em deixar faminta uma criança e manter um estoque mínimo. É desperdício manter a vida de um cidadão? A que ponto chegamos, o engraçado é que, após a reclamação ser publicada, no mesmo dia apareceram as 15 latas solicitadas pela médica e professora da Unifesp que acompanha o caso. Eu tive condições de comprar tal leite e, caso não chegassem a tempo, teria vendido bens de família para poder alimentar minha neta. E as famílias que não têm condições fazem o quê? Com tanto desperdício de dinheiro público, manter estoque mesmo que mínimo para atender imediatamente a uma solicitação é um dever e uma obrigação do Estado. Atender a uma demanda dessas, que é uma questão de vida ou morte, jamais será desperdício de dinheiro público. A Secretaria da Saúde não tem o direito de optar em não fazer estoque, a quantidade de crianças com intolerância alimentar e com distúrbios de metabolismo é grande e o prazo de validade dessas latas é de dois anos. As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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