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MP investiga irregularidades em prisão de Osasco

Privilégios, ligações internacionais pagas pelo governo do Estado, churrascadas regadas a cachaça e cerveja, uso de computador e tráfico de drogas são algumas das acusações apuradas pela polícia, pelo Ministério Público e pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), envolvendo presos e ex-responsáveis pela direção do Centro de Detenção Provisória 2 (CDP), em Osasco.O consultor de informática Caubi Pereira Gomes, de 35 anos, por exemplo, deveria ficar em uma cela, mas, desde que chegou ao presídio, em 5 de dezembro, permaneceu numa sala da diretoria. Ele denunciou parte do esquema de mordomia e de corrupção que haveria no presídio.Acusado de golpes de estelionato em Suzano e com prisão decretada, Gomes foi transferido para o CDP de Osasco e ficou à disposição da Justiça. Ao chegar pediu para trabalhar na área administrativa. Gomes afirmou que os responsáveis concordaram em aproveitá-lo, mas queriam televisores e computadores.Além da corrupção, está sendo apurado o acesso dos presos aos telefones. Houve telefonemas durante a madrugada para Chile, Peru, Paraguai e Espanha, entre janeiro e março. A conta de março do CDP foi de R$ 2 mil.

Agencia Estado,

25 de abril de 2003 | 21h47

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