Arquivo pessoal/Divulgação
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MP oferece denúncia contra mãe e padrasto de Joaquim

Promotor inclui mãe como ré no processo e remete à Justiça nesta quinta-feira

Renê Moreira - Especial para o Estado,

02 Janeiro 2014 | 16h54

FRANCA - O Ministério Público encaminhará nesta tarde à Justiça o processo referente à morte do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, ocorrida em novembro passado em Ribeirão Preto. Na ação o promotor Marcus Túlio Nicolino acrescentou a mãe da criança, Natália Ponte, como ré e também pede sua prisão até que o caso seja julgado. Se condenada, em razão dos agravantes, a pena pode chegar a 15 anos de prisão.

O padrasto Guilherme Rayme Longo será denunciado por homicídio doloso triplamente qualificado, cuja pena pode ser três vezes maior que a da companheira. O Ministério Público quer ainda que o padrasto permaneça preso até o julgamento e que a mãe de Joaquim volte para a cadeia. Ela já esteve encarcerada por um mês e foi solta no último dia 11. O promotor acredita que a Justiça vai se posicionar de forma rápida e o pedido de prisão deve ser definido já nesta sexta, dia 3.

Suspeita. Joaquim morreu no dia 5 de novembro, quando desapareceu do quarto de sua casa no Jardim Independência, em Ribeirão Preto. Seu corpo foi localizado cinco dias depois boiando no Rio Pardo, em Barretos (SP). Para a polícia, a criança recebeu a dose excessiva de insulina e depois foi jogada no córrego perto de sua casa e que vai desaguar no rio. Tanto Guilherme quanto Natália afirmam que são inocentes na morte do menino. Ambos dizem que dormiam quando Joaquim desapareceu de casa.

 

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