Mudança de itinerário

Gostaria de registrar meu descontentamento e entender a alteração que a SPTrans fez na linha 2702-10 Vila Americana-Metrô Artur Alvim. O ponto final ficava próximo à Estação de Metrô Artur Alvim, num local iluminado e seguro, principalmente à noite. Sem consultar os passageiros a SPTrans mudou o ponto para o o final da Rua Armação dos Búzios, um local que, mesmo durante o dia, é sujo, escuro, abandonado, sem nenhuma segurança, sem contar que, para acessar o metrô, agora é preciso atravessar uma passarela em péssimo estado, um risco aos usuários. Quem toma essas medidas não pensa na segurança dos passageiros, nas necessidades das pessoas que utilizam a linha. Gostaria também de solicitar que a SPTrans fizesse novo estudo para que a linha tivesse ponto num local mais acessível.ANTONIO BRAGASão PauloMarco Siqueira, da Assessoria de Comunicação Social da SPTrans, esclarece que a alteração foi realizada em 4/4 atendendo a um pedido da comunidade, que reclamava que os micro-ônibus paravam nas portas das casas, atrapalhando a saída de moradores pelo fato de se tratar de uma via estreita. São as linhas: 2702 Vila Americana - Metrô Artur Alvim; 2702/21 Jardim Pedro José Nunes - Metrô Artur Alvim; 2725 Jardim São Carlos - Metrô Artur Alvim; 2727 Conjunto A. E. Carvalho - Metrô Artur Alvim; 2730 Vila Jacuí - Metrô Artur Alvim; e 2732 Vila Regina - Metrô Artur Alvim. Essas linhas foram realocadas até que a subprefeitura local construa um terminal para melhor acomodar esses veículos. O prazo desta obra é estimado em 120 dias.Para outra inspeção... No dia 12/3 meu veículo passou pela inspeção veicular e, apesar de novo (2008), foi reprovado. Levei-o para revisão e tentei agendar outra inspeção. Há cerca de 15 dias estou tentando reagendar a vistoria no mesmo posto, porém nunca tem vaga. Achei estranho, mas continuei tentando, diariamente, até o dia 7 de abril, quando fui agendar vistoria para outro veículo meu. E aí veio a surpresa: para esse veículo há diversas datas disponíveis! Liguei para a Controlar e fui informado de que eu deveria fazer a inspeção num outro centro. E que, se eu não a fizer até o dia 12, terei de pagar a taxa novamente. Ou seja, fica claro que a empresa tenta dificultar a realização da vistoria para poder cobrar do usuário tarifa adicional. Isso é um absurdo! Gostaria que isso fosse divulgado, pois somente com a atuação da imprensa é que conseguimos atenção de empresas concessionárias de serviços públicos.MAURO ALEXANDRE PINTOSão PauloA assessora de Comunicação da Controlar, Marisa de França, esclarece que o proprietário do veículo tem o prazo de 30 dias para realizar a reinspeção gratuita, nos casos de rejeição/reprovação, a contar da data da realização da primeira. O calendário de datas disponíveis respeita duas variáveis, o final da placa e os 30 dias de gratuidade para a primeira reinspeção, que, no caso do leitor, são diferentes. O veículo que foi reprovado na primeira inspeção tem até o dia 11 de abril para realizar a reinspeção gratuita, por isso o calendário mostra apenas as datas disponíveis até este dia. Datas posteriores serão liberadas após o término do prazo de gratuidade, evitando, dessa forma, que os clientes percam seu direito à reinspeção gratuita. O calendário referente ao segundo veículo apresenta mais opções de datas, pois o veículo ainda não realizou nenhuma inspeção. Portanto, a informação de que existem vagas para a realização da inspeção em um veículo e não existem para outro não procede, o que ocorre é que não há vaga no Centro de Inspeção desejado pelo leitor dentro do prazo de gratuidade. Esclarecimento: Em relação à carta do sr. Dino Benazzi (8/4), referente às obras de pavimentação no Trecho Oeste do Rodoanel, a Assessoria de Comunicação RodoAnel Oeste informa que o trecho é, na sua maior parte, um pavimento rígido (de concreto cimento), porém há grandes áreas de pavimento flexível (de concreto betuminoso, asfalto). Esclarece que na engenharia rodoviária não há um pavimento bom e outro ruim. Depende do local da aplicação, do volume de tráfego e da forma de manutenção. A concessionária, cumprindo seu contrato de concessão, deve recuperar o pavimento rígido, que se encontra, em muitos locais, em mau estado. No caso do recapeamento observado pelo leitor, não se trata de uma troca de um pavimento por outro, e sim de um recapeamento. A medida é um estudo determinado pelo Ministério Público Federal de São Paulo, sob a coordenação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas e aprovado pela Agência Reguladora de Transportes Delegados do Estado de São Paulo, com a finalidade de obter redução de ruídos em determinados locais do Rodoanel Oeste. As cartas devem ser enviadas para spreclama.estado@grupoestado.com.br, pelo fax 3856-2940 ou para Av. Engenheiro Caetano Álvares, 55, 6.º andar, CEP 02598-900, com nome, endereço, RG e telefone, e podem ser resumidas. Cartas sem esses dados serão desconsideradas. Respostas não publicadas são enviadas diretamente aos leitores.

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