Mulher ligada ao PCC é presa no caso do carro-bomba

Uma mulher, identificada apenas como Petrolina, foi presa hoje pela Polícia Militar, suspeita de envolvimento no caso do carro-bomba encontrado nesta manhã, na Rodovia Anhangüera. Ela é mulher do preso conhecido como Geleião, um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), segundo informações do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). Um Gol prata com cerca de 50 quilos de dinamite foi abandonado na altura do km 92 da Anhangüera, em Campinas, interior de São Paulo.Ainda segundo o Deic, os policiais já investigavam o caso e tinham indícios de que uma ação de impacto estava sendo preparada pelo PCC para o próximo dia 27, segundo turno das eleições. A polícia acredita que a operação seria semelhante a que os traficantes promoveram no Rio de Janeiro na época das eleições. Como os investigadores estavam perto de capturar os responsáveis, o carro com os explosivos acabou sendo abandonado antes da ação. Informações ainda não confirmadas indicam que a bomba seria detonada em um atentado à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A Secretaria de Segurança Pública marcou uma entrevista coletiva para dar mais esclarecimentos sobre o assunto. A coletiva será na sede do Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado (Deic), às 14h30.

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